Enquanto era alvo da torcida, Edenilson era respaldado no vestiário. Um dos líderes do grupo, o gaúcho de Porto Alegre recebeu a braçadeira de capitão e teve apoios importantes na hora de renovar contrato, no fim de 2025. O elenco, o técnico da época, Mano Menezes, e o coordenador técnico Luiz Felipe Scolari pediram que ele permanecesse.

